Quer mais informações sobre como funciona o treinamento personalizado?

Espaço destinado à atividade física e saúde. Aqui você encontrará dicas e sugestões para iniciar e/ou melhorar o seu programa de exercícios físicos e sua rotina diária.

Join The Community

Premium WordPress Themes

Mostrando postagens com marcador academia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador academia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Exercicios como tratamento de patologias!


Em alguns casos a atividade física pode fazer com que o paciente diminua a quantidade de remédios ingeridos ou até mesmo deixe de tomá-los. Pensando nisso, academias passaram a criar treinos específicos para esses alunos. 




Treinos especiais

Antes de iniciar um treino em academia ou algum esporte o portador de doenças crônicas deve consultar o médico para entender quais são as suas limitações. “O recomendado no geral é fazer exercícios moderados, pois as atividades de alta intensidade podem trazer riscos para a saúde que vão além dos benefícios promovidos pela atividade física em si”, explica o médico e pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Alexandre Gabarra de Oliveira.

Uma academia de Campinas elaborou um procedimento especial para alunos com doenças crônicas. “Temos seis professores que tiveram um treinamento diferenciado para acompanhar esses alunos. Também possuímos treinos específicos para cada patologia elaborados pela Medical Fitness Association (MFA). Enviamos o treino para aprovação do médico do aluno. Somos a primeira rede de academias da América Latina a ter esse procedimento”, conta o gerente de musculação, Kleber Malfatti.

Outra academia da cidade também desenvolve exercícios específicos para os alunos com patologias. “Para elaborar os treinos analisamos o histórico médico do paciente, esse trabalho é feito por professores treinados para isso”, contra o professor de musculação e luta, Paulo Eduardo Vieira Nunes Freire.

Os portadores de doenças crônicas confirmam que as atividades físicas tiveram uma mudança significativa no estado de saúde. Foi o que aconteceu com Orlando Miranda Ferreira, delegado de polícia aposentado de 77 anos que sofre de uma cardiopatia grave e no ano passado fez uma cirurgia de ponte de safena.

Antes do procedimento, Ferreira manteve 20 anos de vida sedentária. “Desde que voltei a me exercitar, comecei a me sentir mais jovem. Tem pessoas que passam pelo mesmo problema que eu e acham que naturalmente se resolve com cirurgia, mas não pensam que talvez tenham chegado a esse ponto por falta de atividades físicas”, conta Ferreira. Veja como os exercícios agem de forma positiva no seu corpo.

Problemas cardíacos

As doenças cardíacas podem apresentar melhoras significativas quando há a prática de exercícios. “No caso da hipertensão, durante o treinamento físico os vasos se dilatam para melhorar a captação de oxigênio fazendo a tensão no sistema diminuir e a pressão cair”, explica a médica e professora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP), Taís Tinucci.

O recomendado por Tinucci em casos de hipertensão e outras patologias ligadas ao coração são exercícios aeróbicos. “Ele trabalha grandes grupos musculares, a pessoa pode, por exemplo, fazer uma caminhada ou andar de bicicleta”, diz Tinucci. A sugestão dos profissionais de educação física é frequentar a academia entre três e cinco vezes por semana. “Se fico alguns dias sem me exercitar minha pressão começa a alterar. Por isso, quando vou visitar minha filha que vive na França, ela já me matricula na academia de lá”, conta o aposentado de 67 anos, Hans Karl Mehrmann, que é hipertenso e no ano passado sofreu um princípio de infarto.

É importante que os hipertensos não façam treinos fortes, especialmente a musculação com uma carga pesada, pois isso pode causar piora no quadro. Foi o que ocorreu com o professor de educação física, Murilo Moraco, que tem 30 anos e é hipertenso desde os 20 anos. “Fiz musculação de forma abusiva, visando o ganho de massa. Nessa época, mesmo com os medicamentos a minha pressão se alterava”, lembra. Após três anos com essas complicações, ele decidiu mudar bruscamente o estilo de vida. “Passei a me alimentar de forma balanceada e me exercito visando melhorar a minha qualidade de vida, com mais atividades aeróbicas e musculação leve. Agora, continuo tomando a medicação, mas minha pressão é normal”, conta.

O coração é um músculo, portanto é preciso deixá-lo fortalecido. No caso da insuficiência cardíaca, em que o coração perde a força de contração, o exercício é uma ótima maneira de melhorar o trabalho do órgão. “Em pessoas que praticam exercícios, o sistema circulatório vai trabalhar mais e o coração será capaz de tolerar melhor qualquer variação”, conta Tinucci. Foi o que ocorreu com Hans Mehrmann. Como praticava atividades físicas há 10 anos quando sofreu o principio de infarto as consequências não foram tão graves. “Os médicos me disseram que se fosse sedentário certamente teria sofrido um enfarte”, lembra. 

Outras doenças

Portadores da diabetes tipo 2 podem diminuir as doses de insulina até a metade, ou até mesmo deixar de tomar esse hormônio em alguns casos, devido ao efeito positivo que atividade física exerce sobre a sensibilidade desse hormônio. Isso ocorre porque essa doença está normalmente associada com um estado de inflamação subclínica no organismo que prejudica a sinalização que a insulina passa a célula para que a glicose seja captada. 

Para tentar compensar esse problema, em primeira instância o organismo passa a produzir mais insulina, porém após algum tempo as células podem entrar em falência e a insulina passa a ser produzida em menor quantidade. “O exercício moderado tem um efeito anti-inflamatório no organismo, fazendo com que a sinalização entre insulina e célula melhore”, explica Alexandre Gabarra de Oliveira. É importante que também no caso da diabetes o exercício praticado seja moderado. “Se for feito um treino muito pesado o efeito pode ser contrário e aumentar a inflamação”, diz Oliveira.

O colesterol pode diminuir quando se prática exercícios. “As atividades aeróbicas geram o aumento da quantidade do colesterol bom, HDL, e a diminuição do ruim, LDL”, conta Taís Tinucci.

Pacientes com doenças renais crônicas também podem apresentar melhora no quadro quando passam a se exercitar. “Já foi demonstrado que as atividades físicas podem diminuir quadros de depressão e de demência e que o efeito anti-inflamatório das atividades contribui na prevenção de alguns tipos de câncer”, conta Oliveira.

Fonte: Portal da Educação Física.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Idosos e Treinamento Resistido!









A musculação melhora a força muscular dos idosos, aumentando o vigor físico e conseqüentemente a auto-estima. 
Até o ano de 2025 o Brasil terá cerca de 32 milhões de idosos, segundo dados do IBGE. E o aumento da expectativa de vida, também traz uma preocupação com uma melhor qualidade de vida.

Isso porque a partir dos 65 anos,a força muscular é reduzida de forma mais acentuada, o que pode auxiliar e mesmo agravar uma série de doenças.

A musculação,nessa faixa da vida, é altamente recomendada, pois melhora a força muscular dos idosos, aumentando o vigor físico e conseqüentemente a auto-estima.

O treinamento com pesos também ajuda o idoso a ter mais força nas articulações, evitando o risco de quedas e acidentes em casa, uma das principais causas de internações hospitalares nessa faixa etária.




Fonte: Portal da Educação Física.





GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

sábado, 4 de fevereiro de 2012

PARA OS CORREDORES!





Galera da corrida, uma matéria muito interessante sobre tendinopatia, veja os cuidados na prevenção e no tratamento desse mal!
abraços!Matéria muito legal, clique aqui!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Sobrepeso, Obesidade e Dor!

Fala  galera, olha que matéria interessante saiu no site da veja sobre sobrepeso ou obesidade relacionado as dores que as pessoas sentem!
Não custa nada dar uma olhada!
abraços!

Veja aqui o que o sobrepeso pode causar!


Fonte: Veja


GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Homens e o peso ideal.











Quatro entre cinco homens participantes de uma pesquisa online na 
Grã-Bretanha se dizem insatisfeitos com seu corpo, em especial com 
a "barriga de cerveja" e a falta de músculos.
Muitos deles trocam percepções sobre seu corpo com outras pessoas - 
comportamento tradicionalmente atribuído a mulheres.

O Centro de Pesquisas sobre Aparência, da Universidade West of 
England, entrevistou 384 homens com uma média de 40 anos e descobriu
que 35% deles trocariam um ano de sua vida para obter uma forma 
física e peso ideais. 

As conversas masculinas são ainda mais focadas no tema do que 
as femininas:80,7% homens participantes do estudo disseram que falam 
sobre a aparência uns dos outros de modo a chamar a atenção para itens 
como peso, falta de cabelo ou forma física. 

No caso das mulheres, essa porcentagem foi de 75%. "Essas conversas 
sobre o corpo reforçam ideais de beleza não realísticos de magreza e 
musculatura", opina Phillipa Diedrichs,
autora do estudo. "Isso é tradicionalmente visto como um tema (que afeta) 
mulheres, mas a pesquisa mostra que também os homens estão se sentindo 
pressionados a se encaixar (em padrões)." 

Para Rosi Prescott, executiva-chefe da organização Central YMCA (que 
participou do estudo), "historicamente, conversas sobre a forma física são 
percebidas como algo feito por mulheres.

Mas esta pesquisa deixa claro que os homens também comentam sobre 
os corpos uns dos outros e, em muitos casos, isso está tendo um efeito 
danoso, (demonstrando) uma crescente obsessão com a aparência". 

Proteína 

Músculos são o principal tema de preocupação entre os homens 
pesquisados: 60% dizem que seus braços, peitorais e estômagos não 
são suficientemente musculosos. Talvez por isso, um em cada cinco 
entrevistados afirmou fazer dietas ricas em proteínas, e cerca de 
30% relataram usar suplementos proteicos. 

Também um terço admitiu já ter "se exercitado de maneira compulsiva 
"em busca de um objetivo (ainda que essas respostas possam ter sido 
influenciadas pelo fato de que 52% dos entrevistados eram frequentadores 
de academias de ginástica, porcentagem bem acima da média geral britãnica). 

Para Karine Berthou, fundadora de uma ONG de combate a distúrbios 
alimentares(que também participou do estudo), "a imagem corporal 
negativa é uma questão séria em nossa sociedade, e um fator-chave 
no desenvolvimento desses distúrbios".

Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Mais vigor durante o dia!




Malhação é aliada contra cansaço
Prática regular de exercícios físicos melhora o vigor,
espanta o sono fora de hora e dá mais disposição durante o dia
O dia ainda nem acabou, mas o cansaço às vezes chega antes da hora e já decreta o fim do expediente. Um pouco de indisposição é normal, mas 
quando o sintoma vira rotina isso compromete o rendimento no trabalho, 
prejudica a concentração e até tira a graça das horas de lazer.

Para combater o excesso de sonolência e desânimo fora de hora, muitos 
apelam para a farmacologia. Porém, estudos mostram que a prática regular 
de atividades físicas pode ser uma solução bem mais saudável e prazerosa.
“Uma pessoa que pratica entre 30 minutos e uma hora de exercícios 
diariamente tem muito mais disposição no dia a dia. Atividades físicas 
estimulam a liberação de endorfina, o que resulta em sensação de prazer. 
A pessoa vai sentir os benefícios disso o dia todo”, afirma Sidney Schapiro, 
especialista em ortopedia, traumatologia e medicina esportiva. 

Uma pesquisa recente da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados 
Unidos, relaciona os efeitos da prática regular de exercícios físicos com um 
dia a dia mais produtivo. Divulgada no periódico “Mental Health and Physical 
Activity”, a pesquisa, feita com 2.600 homens e mulheres entre 18 e 85 anos, 
mostra que aqueles que praticam 150 minutos semanais (30 minutos por dia) 
de algum esporte de intensidade moderada a pesada têm 65% menos 
cansaço durante o dia. 



“Natação, hidroginástica, dança ou até uma longa caminhada no parque 
feitos com regularidade dão mais vigor no dia a dia. O hábito protege as 
articulações pelo corpo, melhora a qualidade do osso e previne contra 
doenças  como osteosporose”, afirma Liege Mari, especialista em ortopedia,
traumatologia e dor. 





Fora do sofá

A escolha da modalidade é uma questão de gosto. De acordo com Sidney 
Schapiro,  especialista em ortopedia, traumatologia e medicina esportiva, a 
pessoa tem que se sentir à vontade com o esporte que está fazendo. 
Segundo o profissional, existem muitas modalidades, por isso o melhor é variar.
“Fazer exercícios de força, como musculação, além de alongamento, é ótimo 
para fortalecer os músculos. Se tiver  tempo para combinar exercício de força
com aeróbico melhor ainda”, diz Chapiro. 

Atividade no cotidiano



Os pesquisadores da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos,  
estudavam a relação entre atividades físicas e saúde cardiovascular, mas 
acabaram descobrindo efeitos positivos em outras áreas da saúde. 


Depois de analisar diversos hábitos de um grupo de pessoas, como prática 
de exercícios, condições de saúde, relação com fumo e se dormiam bem, os 
médicos Paul D. Loprinzi e Bradley J. Cardinal concluíram que a prática 
regular de esportes combate o cansaço e a sonolência fora de hora. 


Os resultados mostram que pessoas que praticam no mínimo 30 minutos de 
exercício por dia melhoram em 65% a qualidade do sono, têm 65% menos 
cansaço durante o dia,  68% menos cãibras quando dormem e 45% menos 
desatenção. 



“O hábito de fazer exercícios físicos com regularidade também ajuda a 
amenizar dores crônicas, como cefaleia e dores musculares”.
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

sábado, 14 de janeiro de 2012

Atividades Fisicas e Qualidade de Vida.


Especialista ressalta importância das atividades físicas 

para qualidade de vida


Além de benefícios de saúde, exercícios também podem melhorar parte psicológica e
interação social; cuidados são maiores para idosos e fumantes 

Correr, nadar, pedalar ou simplesmente subir escadas. Nem todo mundo gosta, 
mas a verdade é que se mexer é mais que necessário para manter a saúde em dia. 
Além dos benefícios para o corpo – como a prevenção de doenças cardiovasculares, 
as atividades físicas ajudam também na interação social e no bem estar 
psicológico, preservando o organismo como um todo.
Segundo o profissional de educação física e técnico da Secretaria de Estado
da Saúde (Sesau),Sidney Arruda,praticar exercícios é importante para uma
vida mais longa e saudável. “Fazer atividades auxilia o controle de males como
a hipertensão, o diabetes, o estresse, a depressão e a ansiedade, contribuindo
também para a mobilidade, já que, sem isso, a musculatura encurta e as
articulações ficam mais rígidas”, explica.
Especialista em treinamento esportivo e desenvolvimento de saúde, ele ressalta
que pequenos hábitos do cotidiano já podem reverter alguns dos problemas
causados pelo sedentarismo. “Práticas do dia a dia, como subir escadas ou
estacionar o carro em um local mais distante, já contribuem no condicionamento.
São costumes saudáveis que acabamos esquecendo”, diz.

Uma das práticas mais aconselhadas é a caminhada, que deve ser realizada
no mínimo três vezes por semana e é benéfica especialmente para o coração.
Em uma hora, são queimadas cerca de 300 calorias. Nos primeiros quinze dias,
no entanto, é aconselhável andar entre 30 e 40 minutos, aumentando o tempo
e a velocidade a partir da terceira semana.
A atividade não tem contra-indicações e pode ser praticada por pessoas de
qualquer idade. A única dica é procurar um médico para fazer o acompanhamento.
”A tendência é que o organismo queira repor as calorias, levando o indivíduo a
sentir mais fome e fazendo com que ele coma mais. Por isso, é necessário ir a
um nutricionista e seguir uma dieta”, expõe Sidney.

O mesmo vale também para outros exercícios e para os esportes.
“É fundamental procurar um médico para que ele avalie o quadro. No caso de
pessoas com artrite, por exemplo, ele vai dizer se elas podem se submeter ao
esforço ou até se não precisam passar por um fisiatra antes”, diz o profissional
de educação física, que já foi jogador de basquete e futsal.

Idosos e fumantes

Sidney reforça que, para a terceira idade, as atividades mais indicadas
são a caminhada, o pilates e em especial a hidroginástica, já que o processo
de envelhecimento encurta os músculos e danifica as articulações, o que
pode ser retardado com o movimento na água. Outra boa pedida é a dança,
que, por ser o hobby de muitos idosos, consegue unir o útil ao agradável.
“Isso traz até um benefício psicológico, pois eles se lembram dos tempos
antigos e estão fazendo algo que sempre gostaram. Neste caso, além de
combater as tensões emocionais, a dança dá mais motivação e melhora
o equilíbrio biopsicológico e a autoestima”, diz o educador físico, que também
tem pais adeptos da prática. “Eles saem e dançam a noite toda”, conta o
educador físico.

Já para os fumantes, os cuidados devem ser maiores. Devido ao
desgaste do pulmão, o organismo precisa trabalhar mais para manter a
oxigenação necessária. “O coração tem que bombear mais sangue para
manter os níveis, ficando sobrecarregado, e isso é um perigo”, explica Sidney,
lembrando que os exercícios estão até liberados, desde que sejam leves e
acompanhadas por um médico.

As únicas que não têm conta-indicação são mesmo as crianças, que estão
livres para qualquer prática. De acordo com o especialista, as atividades são
bem-vindas nos dias atuais, quando cada vez mais jovens apresentam
problemas ligados à obesidade. Todos os esportes estão liberados e, no
caso das academias, é bom apenas ter a orientação de um profissional
de educação física.
“Não existe uma idade certa para fazer musculação, desde que haja o
acompanhamento de um professor, que vai analisar o que pode ou não
ser feito pela criança, até porque ela está em fase de formação e não terá
as mesmas condições de um adulto. Ela não vai pegar 10 quilos, por exemplo,
mas pode começar com um”, afirma Sidney Arruda.

Para completar o quadro e ter uma vida mais produtiva, a última dica é prestar
atenção na alimentação, preferindo pratos menos calóricos e com baixo índice
de gordura. A recomendação é fazer pelo menos três refeições diárias e dois
lanches saudáveis, que devem incluir cereais, tubérculos, grãos, legumes,
verduras e frutas. A dieta também deve conter leite, carne e bastante água.
Fonte: PrimeiraEdição.com.br
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Treinamento Resistido



Musculação reduz pressão arterial em
hipertensos, mostra estudo.

O treinamento de força é capaz de reduzir a pressão arterial
a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos
contra hipertensão.
Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela pesquisa com a participação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. O estudo comprova que o treino de força é seguro para os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física. O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento.


A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica
de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau,
  professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH. 
“Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do
exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão”, diz Bacurau,
“mas o benefício da musculação era pouco conhecido”. 


Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam
medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas
antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos
foram gradativamente retirados. 
“Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma
outra doença crônica, como diabetes”, aponta o professor da EACH.
Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete
grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas
ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos. 


“Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os
participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries
em cada aparelho com carga moderada, e  não em circuito, mudando
de aparelho a cada série, com carga baixa”, ressalta Bacurau.
 Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de
153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue
pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros
(sistólica) e 84 milímetos (diastólica). “A redução está no
mesmo patamar que é obtido com a medicação”, destaca o professor. 


Redução



De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em
torno de 5 milímetros,que já seria considerado um resultado satisfatório.
“No entanto, esse indice foi de  aproximadamente 13 milímetros, o que
comprova o efeito positivo do treinamento de força”, observa. 



Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados
durante quatro semanas. “Verificou-se que eles mantinham o mesmo 
efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização
dos exercícios”, afima o professor da EACH. 
“Este resultado é imporante, porque serve como estímulo ao hipertenso
a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas
necessidades de vida”. 


A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da
força física e da flexibilidade . “Há uma tendência de que a pressão 
aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais
dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas 
simples”, afirma Bacurau.
 “Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os
hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas
mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares”. 


O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer
treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais 
de atividade física. “O ideal é fazer mais de um tipo  de exercício,
realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado
no controle da pressão arterial, além de outros benefícios”, conclui.
 
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Malhar em Jejum





Malhar de estômago vazio não
ajuda a queimar gordura, diz estudo

Revisão sobre o assunto foi publicado no "Strength and
Conditioning Journal".
Exercitar-se em jejum pode inclusive prejudicar a saúde.
Malhar enquanto se passa fome pode ir contra a sabedoria convencional, mas muitos
atletas e "ratos de academia" fazem força com o estômago vazio, acreditando que
dessa maneira irão queimar mais gordura.

O conceito, defendido em livros populares de condicionamento físico na última década,
dita que o ato de exercitar-se com o estômago vazio força o corpo a buscar combustível
nos depósitos de gordura acumulada em vez de correr atrás dos carboidratos mais
facilmente disponíveis depois de um almoço ou lanche pré-malhação.

Mas, embora isso pareça fazer sentido, pesquisas mostram que exercitar-se desse
jeito não oferece nenhum benefício, podendo inclusive trabalhar contra a saúde.

Após anos de revisão de pesquisas sobre o assunto, um relatório publicado nesse ano
no "Strength and Conditioning Journal" concluiu que o corpo queima basicamente a
mesma quantidade de gordura, desconsiderando se você se alimentou ou não antes
do exercício. Porém, você pode perder musculatura fazendo esforço em um estado de
esgotamento e, sem o combustível necessário para apoiar esse esforço, a intensidade
do exercício e a queima global de calorias podem sofrer redução.

Uma das pesquisas revisadas para o relatório examinou ciclistas quando treinavam
depois de comer e quando treinavam em jejum. Quando treinavam sem nada em
seus estômagos, aproximadamente 10% das calorias queimadas vinham de proteínas,
incluindo perda muscular.

Em uma outra pesquisa publicada em 2002, cientistas descobriram um benefício
adicional de uma refeição pré-malhação: mulheres saudáveis que consumiam 45
gramas de carboidratos antes de seu exercício acabavam comendo menos durante
o restante do dia.
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

terça-feira, 8 de novembro de 2011

CELULITE!


Luz aplicada durante exercício físico reduz celulite.
Aparelho desenvolvido por pesquisadores da USP e da Universidade Federal de São Carlos.

Folha.com
Um aparelho desenvolvido por pesquisadores da USP e da Universidade Federal
de São Carlos usa radiação infravermelha para turbinar os benefícios dos
exercícios físicos à saúde. E com um efeito que deve interessar às
mulheres: menos celulite.

A invenção consiste de duas placas contendo vários arranjos de LED (pequenas luzes).
Elas são instaladas em uma esteira comum de academia, uma de cada lado,
mais ou menos à altura dos glúteos.


































 Embora não seja perceptível a olho nu, essa radiação é absorvida pela pele e
inicia uma série de reações químicas no organismo.

A radiação infravermelha acelera o transporte de elétrons na mitocôndria
(uma estrutura que fica dentro das células) e a síntese de ATP, molécula que
é uma espécie de combustível que dá energia ao organismo.

O uso de ATP, no entanto, gera um subproduto indesejado: os ácidos lácticos,
que dão sensação de dor. O infravermelho diminui o acúmulo dessa substância e,
por isso, tem uma ação anti-inflamatória e analgésica no organismo.

"A pessoa consegue se exercitar com mais qualidade", diz Fernanda Rossi Paolillo,
doutora em bioquímica e uma das criadoras da técnica. O infravermelho
ajuda ainda na regeneração de tecidos, como pele, músculos, ossos e nervos.

"Esse uso já é conhecido. Mas, em geral, o infravermelho é sempre usado em repouso.
Como em clínicas de estética, por exemplo. Nosso diferencial foi aplicá-lo
durante o exercício. O infravermelho associado ao movimento teve
muito mais efeito", completa Paolillo.

Resultados

O estudo, feito durante um ano com voluntárias pós-menopausa,
indicou que as mulheres que se exercitaram com o aparelho
tiveram melhora significativa.

As mulheres faziam duas sessões de exercícios por semana, cada uma com
45 minutos de duração. Além de terem menor perda de massa óssea --um dos
efeitos da menopausa--, elas também tiveram redução do colesterol ruim até 20%
maior do que as mulheres no grupo-controle.

O exercício "turbinado" com o infravermelho também acelerou o fluxo de
oxigênio e de sangue, melhorando um problema que é mais estético do
que de saúde: a celulite.

O infravermelho combinado ao exercício diminui a retenção de líquido e
melhora a circulação na região das pernas e do bumbum, ajudando, e muito,
a reduzir os furinhos. Os melhores resultados foram nos casos de celulite
mais visível. Para Roberto Mattos, coordenador do departamento de laser
da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a técnica, apesar de correta na
teoria, ainda precisa ser comprovada por estudos maiores.

"Diferentes aparelhos que emitem luz têm boa influência sobre a celulite.
O exercício por si só ajuda. Então, em conjunto, há boas chances
de que a dupla funcione bem."


Fonte: Portal  da Educação Física


GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer