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terça-feira, 21 de agosto de 2012

BENEFICIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO

Olá galera vídeo muito interessante sobre o treinamento resistido e seus benefícios relacionados a saúde!

Só clicar aqui e assistir o vídeo!




segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Exercicios como tratamento de patologias!


Em alguns casos a atividade física pode fazer com que o paciente diminua a quantidade de remédios ingeridos ou até mesmo deixe de tomá-los. Pensando nisso, academias passaram a criar treinos específicos para esses alunos. 




Treinos especiais

Antes de iniciar um treino em academia ou algum esporte o portador de doenças crônicas deve consultar o médico para entender quais são as suas limitações. “O recomendado no geral é fazer exercícios moderados, pois as atividades de alta intensidade podem trazer riscos para a saúde que vão além dos benefícios promovidos pela atividade física em si”, explica o médico e pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Alexandre Gabarra de Oliveira.

Uma academia de Campinas elaborou um procedimento especial para alunos com doenças crônicas. “Temos seis professores que tiveram um treinamento diferenciado para acompanhar esses alunos. Também possuímos treinos específicos para cada patologia elaborados pela Medical Fitness Association (MFA). Enviamos o treino para aprovação do médico do aluno. Somos a primeira rede de academias da América Latina a ter esse procedimento”, conta o gerente de musculação, Kleber Malfatti.

Outra academia da cidade também desenvolve exercícios específicos para os alunos com patologias. “Para elaborar os treinos analisamos o histórico médico do paciente, esse trabalho é feito por professores treinados para isso”, contra o professor de musculação e luta, Paulo Eduardo Vieira Nunes Freire.

Os portadores de doenças crônicas confirmam que as atividades físicas tiveram uma mudança significativa no estado de saúde. Foi o que aconteceu com Orlando Miranda Ferreira, delegado de polícia aposentado de 77 anos que sofre de uma cardiopatia grave e no ano passado fez uma cirurgia de ponte de safena.

Antes do procedimento, Ferreira manteve 20 anos de vida sedentária. “Desde que voltei a me exercitar, comecei a me sentir mais jovem. Tem pessoas que passam pelo mesmo problema que eu e acham que naturalmente se resolve com cirurgia, mas não pensam que talvez tenham chegado a esse ponto por falta de atividades físicas”, conta Ferreira. Veja como os exercícios agem de forma positiva no seu corpo.

Problemas cardíacos

As doenças cardíacas podem apresentar melhoras significativas quando há a prática de exercícios. “No caso da hipertensão, durante o treinamento físico os vasos se dilatam para melhorar a captação de oxigênio fazendo a tensão no sistema diminuir e a pressão cair”, explica a médica e professora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP), Taís Tinucci.

O recomendado por Tinucci em casos de hipertensão e outras patologias ligadas ao coração são exercícios aeróbicos. “Ele trabalha grandes grupos musculares, a pessoa pode, por exemplo, fazer uma caminhada ou andar de bicicleta”, diz Tinucci. A sugestão dos profissionais de educação física é frequentar a academia entre três e cinco vezes por semana. “Se fico alguns dias sem me exercitar minha pressão começa a alterar. Por isso, quando vou visitar minha filha que vive na França, ela já me matricula na academia de lá”, conta o aposentado de 67 anos, Hans Karl Mehrmann, que é hipertenso e no ano passado sofreu um princípio de infarto.

É importante que os hipertensos não façam treinos fortes, especialmente a musculação com uma carga pesada, pois isso pode causar piora no quadro. Foi o que ocorreu com o professor de educação física, Murilo Moraco, que tem 30 anos e é hipertenso desde os 20 anos. “Fiz musculação de forma abusiva, visando o ganho de massa. Nessa época, mesmo com os medicamentos a minha pressão se alterava”, lembra. Após três anos com essas complicações, ele decidiu mudar bruscamente o estilo de vida. “Passei a me alimentar de forma balanceada e me exercito visando melhorar a minha qualidade de vida, com mais atividades aeróbicas e musculação leve. Agora, continuo tomando a medicação, mas minha pressão é normal”, conta.

O coração é um músculo, portanto é preciso deixá-lo fortalecido. No caso da insuficiência cardíaca, em que o coração perde a força de contração, o exercício é uma ótima maneira de melhorar o trabalho do órgão. “Em pessoas que praticam exercícios, o sistema circulatório vai trabalhar mais e o coração será capaz de tolerar melhor qualquer variação”, conta Tinucci. Foi o que ocorreu com Hans Mehrmann. Como praticava atividades físicas há 10 anos quando sofreu o principio de infarto as consequências não foram tão graves. “Os médicos me disseram que se fosse sedentário certamente teria sofrido um enfarte”, lembra. 

Outras doenças

Portadores da diabetes tipo 2 podem diminuir as doses de insulina até a metade, ou até mesmo deixar de tomar esse hormônio em alguns casos, devido ao efeito positivo que atividade física exerce sobre a sensibilidade desse hormônio. Isso ocorre porque essa doença está normalmente associada com um estado de inflamação subclínica no organismo que prejudica a sinalização que a insulina passa a célula para que a glicose seja captada. 

Para tentar compensar esse problema, em primeira instância o organismo passa a produzir mais insulina, porém após algum tempo as células podem entrar em falência e a insulina passa a ser produzida em menor quantidade. “O exercício moderado tem um efeito anti-inflamatório no organismo, fazendo com que a sinalização entre insulina e célula melhore”, explica Alexandre Gabarra de Oliveira. É importante que também no caso da diabetes o exercício praticado seja moderado. “Se for feito um treino muito pesado o efeito pode ser contrário e aumentar a inflamação”, diz Oliveira.

O colesterol pode diminuir quando se prática exercícios. “As atividades aeróbicas geram o aumento da quantidade do colesterol bom, HDL, e a diminuição do ruim, LDL”, conta Taís Tinucci.

Pacientes com doenças renais crônicas também podem apresentar melhora no quadro quando passam a se exercitar. “Já foi demonstrado que as atividades físicas podem diminuir quadros de depressão e de demência e que o efeito anti-inflamatório das atividades contribui na prevenção de alguns tipos de câncer”, conta Oliveira.

Fonte: Portal da Educação Física.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Controle da Asma!


Exercícios aliviam sintomas de asma
e reduzem gasto com tratamento
Pacientes que realizaram atividade física reduziram sintomas em 66%.


Pesquisa feita pela USP (Universidade de São Paulo) com pacientes de asma revelou que a prática moderada de atividades físicas ajuda a aliviar os sintomas dos portadores da doença e reduz os custos com o tratamento. As informações são da Agência Fapesp.
O trabalho realizado por Felipe Augusto Rodrigues Mendes, da Faculdade de Medicina da USP, analisou 101 pessoas com idade média de 35 anos. Os participantes foram divididos em dois grupos: um que não fazia exercício físico e outro que praticava exercícios aeróbicos duas vezes por semana, como a caminhada.
Após três meses de treinamento físico, que tinha intensidade de moderada a intensa, além de medicação controlada, o grupo observou uma melhora significativa não só nos sintomas da asma, como na qualidade de vida pacientes.
Os resultados do estudo mostram que os pacientes que realizaram atividade física tiveram uma redução de 66% nos sintomas de asma quando o exercício foi praticado de forma moderada.
- Isso mostra que o exercício físico pode ser um aliado no controle da doença.
De acordo com o orientador do trabalho, Celso Fernandes de Carvalho, professor de Fisioterapia Respiratória do Curso de Fisioterapia da USP, o paciente asmático mais ansioso e deprimido abandona o uso da medicação prescrita pelo médico mais facilmente.
- Ele é o que mais custa para o Sistema Único de Saúde.
Segundo Carvalho, os pacientes que apresentavam sintomas a cada dois dias, totalizando 15 dias com sintomas por mês, passaram a ter entre um e dois dias de sintomas da doença por semana, somando seis no mês.
O estudo recebeu menção honrosa na edição 2010 do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o Sistema Único de Saúde (SUS), que prioriza premia trabalhos focados no desenvolvimento das políticas públicas de saúde no Brasil.
Menos inflamação
Outra boa notícia foi a melhora no convívio social. Com a asma controlada e a realização das atividades diárias, os cientistas observaram que a prática de exercícios reduziu significativamente o quadro de depressão e ansiedade nos pacientes, diz Mendes.
- Devido ao fato de os pacientes não saberem quando ocorrerá a próxima crise, os pacientes asmáticos são mais ansiosos e depressivos do que a população sem asma.
Segundo ele, o próximo passo é tentar descobrir o mecanismo de ação da atividade aeróbica na redução da inflamação pulmonar. Esse é um dos temas que vem trabalhando na sua tese.

Fonte: PortalR7.com.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dietas e Cuidados!



Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto 
vira moda nos EUA.


Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de 

problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção 
do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.
A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper 

a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, 
vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.
Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – 

a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por 
dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os 
níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.
De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para 

o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e 
potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que 
facilita a redução da hipertensão.
Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e 

de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é 

uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de 
orientação para quem tem pressão alta.
“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca 

deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova 
classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, 
afirma Mônica.
Restrição calórica
Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode 

consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o 
objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.
“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. 

A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser 
potencializado com um peso saudável e a prática regular de 
exercícios físicos.
Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um 

emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a 
menos no fim do mês.
“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por 

dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é 
sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.
Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos 

pacientes, mas adaptações de várias propostas que se 
adapte a cada caso.
 

Fonte:g1.globo.com/bemestar

GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

sábado, 14 de janeiro de 2012

Atividades Fisicas e Qualidade de Vida.


Especialista ressalta importância das atividades físicas 

para qualidade de vida


Além de benefícios de saúde, exercícios também podem melhorar parte psicológica e
interação social; cuidados são maiores para idosos e fumantes 

Correr, nadar, pedalar ou simplesmente subir escadas. Nem todo mundo gosta, 
mas a verdade é que se mexer é mais que necessário para manter a saúde em dia. 
Além dos benefícios para o corpo – como a prevenção de doenças cardiovasculares, 
as atividades físicas ajudam também na interação social e no bem estar 
psicológico, preservando o organismo como um todo.
Segundo o profissional de educação física e técnico da Secretaria de Estado
da Saúde (Sesau),Sidney Arruda,praticar exercícios é importante para uma
vida mais longa e saudável. “Fazer atividades auxilia o controle de males como
a hipertensão, o diabetes, o estresse, a depressão e a ansiedade, contribuindo
também para a mobilidade, já que, sem isso, a musculatura encurta e as
articulações ficam mais rígidas”, explica.
Especialista em treinamento esportivo e desenvolvimento de saúde, ele ressalta
que pequenos hábitos do cotidiano já podem reverter alguns dos problemas
causados pelo sedentarismo. “Práticas do dia a dia, como subir escadas ou
estacionar o carro em um local mais distante, já contribuem no condicionamento.
São costumes saudáveis que acabamos esquecendo”, diz.

Uma das práticas mais aconselhadas é a caminhada, que deve ser realizada
no mínimo três vezes por semana e é benéfica especialmente para o coração.
Em uma hora, são queimadas cerca de 300 calorias. Nos primeiros quinze dias,
no entanto, é aconselhável andar entre 30 e 40 minutos, aumentando o tempo
e a velocidade a partir da terceira semana.
A atividade não tem contra-indicações e pode ser praticada por pessoas de
qualquer idade. A única dica é procurar um médico para fazer o acompanhamento.
”A tendência é que o organismo queira repor as calorias, levando o indivíduo a
sentir mais fome e fazendo com que ele coma mais. Por isso, é necessário ir a
um nutricionista e seguir uma dieta”, expõe Sidney.

O mesmo vale também para outros exercícios e para os esportes.
“É fundamental procurar um médico para que ele avalie o quadro. No caso de
pessoas com artrite, por exemplo, ele vai dizer se elas podem se submeter ao
esforço ou até se não precisam passar por um fisiatra antes”, diz o profissional
de educação física, que já foi jogador de basquete e futsal.

Idosos e fumantes

Sidney reforça que, para a terceira idade, as atividades mais indicadas
são a caminhada, o pilates e em especial a hidroginástica, já que o processo
de envelhecimento encurta os músculos e danifica as articulações, o que
pode ser retardado com o movimento na água. Outra boa pedida é a dança,
que, por ser o hobby de muitos idosos, consegue unir o útil ao agradável.
“Isso traz até um benefício psicológico, pois eles se lembram dos tempos
antigos e estão fazendo algo que sempre gostaram. Neste caso, além de
combater as tensões emocionais, a dança dá mais motivação e melhora
o equilíbrio biopsicológico e a autoestima”, diz o educador físico, que também
tem pais adeptos da prática. “Eles saem e dançam a noite toda”, conta o
educador físico.

Já para os fumantes, os cuidados devem ser maiores. Devido ao
desgaste do pulmão, o organismo precisa trabalhar mais para manter a
oxigenação necessária. “O coração tem que bombear mais sangue para
manter os níveis, ficando sobrecarregado, e isso é um perigo”, explica Sidney,
lembrando que os exercícios estão até liberados, desde que sejam leves e
acompanhadas por um médico.

As únicas que não têm conta-indicação são mesmo as crianças, que estão
livres para qualquer prática. De acordo com o especialista, as atividades são
bem-vindas nos dias atuais, quando cada vez mais jovens apresentam
problemas ligados à obesidade. Todos os esportes estão liberados e, no
caso das academias, é bom apenas ter a orientação de um profissional
de educação física.
“Não existe uma idade certa para fazer musculação, desde que haja o
acompanhamento de um professor, que vai analisar o que pode ou não
ser feito pela criança, até porque ela está em fase de formação e não terá
as mesmas condições de um adulto. Ela não vai pegar 10 quilos, por exemplo,
mas pode começar com um”, afirma Sidney Arruda.

Para completar o quadro e ter uma vida mais produtiva, a última dica é prestar
atenção na alimentação, preferindo pratos menos calóricos e com baixo índice
de gordura. A recomendação é fazer pelo menos três refeições diárias e dois
lanches saudáveis, que devem incluir cereais, tubérculos, grãos, legumes,
verduras e frutas. A dieta também deve conter leite, carne e bastante água.
Fonte: PrimeiraEdição.com.br
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Malhar em Jejum





Malhar de estômago vazio não
ajuda a queimar gordura, diz estudo

Revisão sobre o assunto foi publicado no "Strength and
Conditioning Journal".
Exercitar-se em jejum pode inclusive prejudicar a saúde.
Malhar enquanto se passa fome pode ir contra a sabedoria convencional, mas muitos
atletas e "ratos de academia" fazem força com o estômago vazio, acreditando que
dessa maneira irão queimar mais gordura.

O conceito, defendido em livros populares de condicionamento físico na última década,
dita que o ato de exercitar-se com o estômago vazio força o corpo a buscar combustível
nos depósitos de gordura acumulada em vez de correr atrás dos carboidratos mais
facilmente disponíveis depois de um almoço ou lanche pré-malhação.

Mas, embora isso pareça fazer sentido, pesquisas mostram que exercitar-se desse
jeito não oferece nenhum benefício, podendo inclusive trabalhar contra a saúde.

Após anos de revisão de pesquisas sobre o assunto, um relatório publicado nesse ano
no "Strength and Conditioning Journal" concluiu que o corpo queima basicamente a
mesma quantidade de gordura, desconsiderando se você se alimentou ou não antes
do exercício. Porém, você pode perder musculatura fazendo esforço em um estado de
esgotamento e, sem o combustível necessário para apoiar esse esforço, a intensidade
do exercício e a queima global de calorias podem sofrer redução.

Uma das pesquisas revisadas para o relatório examinou ciclistas quando treinavam
depois de comer e quando treinavam em jejum. Quando treinavam sem nada em
seus estômagos, aproximadamente 10% das calorias queimadas vinham de proteínas,
incluindo perda muscular.

Em uma outra pesquisa publicada em 2002, cientistas descobriram um benefício
adicional de uma refeição pré-malhação: mulheres saudáveis que consumiam 45
gramas de carboidratos antes de seu exercício acabavam comendo menos durante
o restante do dia.
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer