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terça-feira, 21 de agosto de 2012

BENEFICIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO

Olá galera vídeo muito interessante sobre o treinamento resistido e seus benefícios relacionados a saúde!

Só clicar aqui e assistir o vídeo!




quarta-feira, 28 de março de 2012

Barriga Sarada




É praticamente unânime, entre homens e mulheres: ninguém gosta daquela “barriguinha”. Pelo contrário, o sonho de consumo das pessoas é o abdome do tipo “tanquinho”.

Estética à parte, o que mais preocupa em relação à gordura acumulada na região do abdome é a sua relação alguns fatores de risco para a saúde. Diversas pesquisas apontam, por exemplo, que ela pode indicar risco de desenvolver resistência à insulina (Diabetes Tipo II). E há também fatores de risco cardiovascular.

Para saber se você está mais predisposto a algum distúrbio metabólico (síndrome metabólica), basta usar a medida da circunferência de seu abdome.

Medindo a circunferência abdominal corretamente

Posicione uma fita métrica ao redor do seu abdome nu, na linha do umbigo. Certifique-se que a fita esteja justa, mas sem que comprima sua pele, e que esteja paralela ao chão. Relaxe, expire, e observe a medida.

As medidas consideradas de risco ou saudáveis variam entre alguns países. No Brasil, as entidades reguladoras recomendam o seguinte:

Homens: até 90 cm

Mulheres: até 80 cm

Em resumo, mais do que um corpo sarado, praticar exercícios com regularidade e adotar uma alimentação balanceada pode diminuir fatores de risco para a sua saúde.

E você? Sabe o tamanho da sua barriga?

Fonte: http://veja.abril.com.br


GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CARBOIDRATOS E OBESIDADE





Olá pessoal uma leitura bem legal sobre os carboidratos, 

principalmente para aqueles que pensam que ele é um vilão!

 

Carboidratos não geram obesidade!


Nutricionistas mostram que é possível emagrecer comendo pães e massas,
desde que em porções equilibradas.
São Paulo - Nos últimos tempos, várias dietas têm pregado o macarrão 

como vilão da obesidade, e a máxima de que carboidrato engorda está 
praticamente arraigada no pensamento dos aficionados pela boa forma. 
Mais recentemente, alguns regimes prometem milagres com a eliminação 
do glúten. O consenso dos especialistas, porém, mostra que a melhor 
dica é o equilíbrio. Nada de eliminar nutrientes, apenas consumir em 
quantidades adequadas.

E é possível emagrecer comendo pães e massas? A resposta é sim, desde que
as porções de alimento sejam equilibradas. Andrea Milanez e Sibele Monice
seguiram um cardápio combinando o carboidrato, as proteínas e fibras e se
deram bem. “Adoro pães e massas e nunca imaginei perder a barriga sem
cortá-los do dia a dia”, conta Andrea.

O efeito sentido pelas duas mulheres é detalhado em uma pesquisa realizada
pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Harvard (EUA) e 

publicada pela revista inglesa The New England Journal of Medicine. 
O estudo concluiu que diferentes dietas (com exclusão de carboidratos, 
gordura ou proteínas) geram a mesma perda de peso em longo prazo. 
O pesquisador Robert Ferguson, autor do livro “Diet-Free for Life”, 
mostra que o balanceamento entre nutrientes é a melhor forma de emagrecer. 
A posição também é ressaltada pelo Consenso Científico da 
Saudabilidade da Massa, corroborado por 15 cientistas de 13 países.

O argumento de que podemos comer massas sem culpa ganha força quando
verificamos os prejuízos que a falta de carboidrato pode trazer ao organismo.
“O nutriente é responsável pela energia que gastamos durante o dia. Sem ele,
o corpo busca força nos músculos e acabamos perdendo massa magra, o que
gera flacidez”, afirma Vanderli Marchiori, nutricionista, fitoterapeuta e secretária
geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva. Outro estudo agora da
Universidade de Tufts, nos EUA, comprova que a falta de carboidratos pode
causar diminuição da capacidade cognitiva, atenção e memória, além de
alterar o humor.

Os benefícios do carboidrato são muitos e para reforçar a importância do
nutriente ao organismo, temos uma pesquisa da Universidade de Auckland,
que concluiu que a ingestão do nutriente desencadeia reações imediatas no
cérebro que aumentam a força e o desempenho. “Além disso, o baixo nível
glicêmico do carboidrato permite que a digestão seja realizada em mais
tempo, prolongando o efeito de saciedade”, diz Marchiori.


Fonte: exame.abril.com.br

GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Idosos e Treinamento Resistido!









A musculação melhora a força muscular dos idosos, aumentando o vigor físico e conseqüentemente a auto-estima. 
Até o ano de 2025 o Brasil terá cerca de 32 milhões de idosos, segundo dados do IBGE. E o aumento da expectativa de vida, também traz uma preocupação com uma melhor qualidade de vida.

Isso porque a partir dos 65 anos,a força muscular é reduzida de forma mais acentuada, o que pode auxiliar e mesmo agravar uma série de doenças.

A musculação,nessa faixa da vida, é altamente recomendada, pois melhora a força muscular dos idosos, aumentando o vigor físico e conseqüentemente a auto-estima.

O treinamento com pesos também ajuda o idoso a ter mais força nas articulações, evitando o risco de quedas e acidentes em casa, uma das principais causas de internações hospitalares nessa faixa etária.




Fonte: Portal da Educação Física.





GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dietas e Cuidados!



Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto 
vira moda nos EUA.


Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de 

problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção 
do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.
A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper 

a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, 
vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.
Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – 

a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por 
dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os 
níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.
De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para 

o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e 
potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que 
facilita a redução da hipertensão.
Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e 

de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é 

uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de 
orientação para quem tem pressão alta.
“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca 

deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova 
classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, 
afirma Mônica.
Restrição calórica
Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode 

consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o 
objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.
“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. 

A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser 
potencializado com um peso saudável e a prática regular de 
exercícios físicos.
Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um 

emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a 
menos no fim do mês.
“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por 

dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é 
sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.
Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos 

pacientes, mas adaptações de várias propostas que se 
adapte a cada caso.
 

Fonte:g1.globo.com/bemestar

GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

sábado, 14 de janeiro de 2012

Atividades Fisicas e Qualidade de Vida.


Especialista ressalta importância das atividades físicas 

para qualidade de vida


Além de benefícios de saúde, exercícios também podem melhorar parte psicológica e
interação social; cuidados são maiores para idosos e fumantes 

Correr, nadar, pedalar ou simplesmente subir escadas. Nem todo mundo gosta, 
mas a verdade é que se mexer é mais que necessário para manter a saúde em dia. 
Além dos benefícios para o corpo – como a prevenção de doenças cardiovasculares, 
as atividades físicas ajudam também na interação social e no bem estar 
psicológico, preservando o organismo como um todo.
Segundo o profissional de educação física e técnico da Secretaria de Estado
da Saúde (Sesau),Sidney Arruda,praticar exercícios é importante para uma
vida mais longa e saudável. “Fazer atividades auxilia o controle de males como
a hipertensão, o diabetes, o estresse, a depressão e a ansiedade, contribuindo
também para a mobilidade, já que, sem isso, a musculatura encurta e as
articulações ficam mais rígidas”, explica.
Especialista em treinamento esportivo e desenvolvimento de saúde, ele ressalta
que pequenos hábitos do cotidiano já podem reverter alguns dos problemas
causados pelo sedentarismo. “Práticas do dia a dia, como subir escadas ou
estacionar o carro em um local mais distante, já contribuem no condicionamento.
São costumes saudáveis que acabamos esquecendo”, diz.

Uma das práticas mais aconselhadas é a caminhada, que deve ser realizada
no mínimo três vezes por semana e é benéfica especialmente para o coração.
Em uma hora, são queimadas cerca de 300 calorias. Nos primeiros quinze dias,
no entanto, é aconselhável andar entre 30 e 40 minutos, aumentando o tempo
e a velocidade a partir da terceira semana.
A atividade não tem contra-indicações e pode ser praticada por pessoas de
qualquer idade. A única dica é procurar um médico para fazer o acompanhamento.
”A tendência é que o organismo queira repor as calorias, levando o indivíduo a
sentir mais fome e fazendo com que ele coma mais. Por isso, é necessário ir a
um nutricionista e seguir uma dieta”, expõe Sidney.

O mesmo vale também para outros exercícios e para os esportes.
“É fundamental procurar um médico para que ele avalie o quadro. No caso de
pessoas com artrite, por exemplo, ele vai dizer se elas podem se submeter ao
esforço ou até se não precisam passar por um fisiatra antes”, diz o profissional
de educação física, que já foi jogador de basquete e futsal.

Idosos e fumantes

Sidney reforça que, para a terceira idade, as atividades mais indicadas
são a caminhada, o pilates e em especial a hidroginástica, já que o processo
de envelhecimento encurta os músculos e danifica as articulações, o que
pode ser retardado com o movimento na água. Outra boa pedida é a dança,
que, por ser o hobby de muitos idosos, consegue unir o útil ao agradável.
“Isso traz até um benefício psicológico, pois eles se lembram dos tempos
antigos e estão fazendo algo que sempre gostaram. Neste caso, além de
combater as tensões emocionais, a dança dá mais motivação e melhora
o equilíbrio biopsicológico e a autoestima”, diz o educador físico, que também
tem pais adeptos da prática. “Eles saem e dançam a noite toda”, conta o
educador físico.

Já para os fumantes, os cuidados devem ser maiores. Devido ao
desgaste do pulmão, o organismo precisa trabalhar mais para manter a
oxigenação necessária. “O coração tem que bombear mais sangue para
manter os níveis, ficando sobrecarregado, e isso é um perigo”, explica Sidney,
lembrando que os exercícios estão até liberados, desde que sejam leves e
acompanhadas por um médico.

As únicas que não têm conta-indicação são mesmo as crianças, que estão
livres para qualquer prática. De acordo com o especialista, as atividades são
bem-vindas nos dias atuais, quando cada vez mais jovens apresentam
problemas ligados à obesidade. Todos os esportes estão liberados e, no
caso das academias, é bom apenas ter a orientação de um profissional
de educação física.
“Não existe uma idade certa para fazer musculação, desde que haja o
acompanhamento de um professor, que vai analisar o que pode ou não
ser feito pela criança, até porque ela está em fase de formação e não terá
as mesmas condições de um adulto. Ela não vai pegar 10 quilos, por exemplo,
mas pode começar com um”, afirma Sidney Arruda.

Para completar o quadro e ter uma vida mais produtiva, a última dica é prestar
atenção na alimentação, preferindo pratos menos calóricos e com baixo índice
de gordura. A recomendação é fazer pelo menos três refeições diárias e dois
lanches saudáveis, que devem incluir cereais, tubérculos, grãos, legumes,
verduras e frutas. A dieta também deve conter leite, carne e bastante água.
Fonte: PrimeiraEdição.com.br
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Treinamento Resistido



Musculação reduz pressão arterial em
hipertensos, mostra estudo.

O treinamento de força é capaz de reduzir a pressão arterial
a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos
contra hipertensão.
Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela pesquisa com a participação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. O estudo comprova que o treino de força é seguro para os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física. O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento.


A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica
de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau,
  professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH. 
“Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do
exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão”, diz Bacurau,
“mas o benefício da musculação era pouco conhecido”. 


Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam
medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas
antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos
foram gradativamente retirados. 
“Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma
outra doença crônica, como diabetes”, aponta o professor da EACH.
Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete
grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas
ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos. 


“Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os
participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries
em cada aparelho com carga moderada, e  não em circuito, mudando
de aparelho a cada série, com carga baixa”, ressalta Bacurau.
 Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de
153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue
pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros
(sistólica) e 84 milímetos (diastólica). “A redução está no
mesmo patamar que é obtido com a medicação”, destaca o professor. 


Redução



De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em
torno de 5 milímetros,que já seria considerado um resultado satisfatório.
“No entanto, esse indice foi de  aproximadamente 13 milímetros, o que
comprova o efeito positivo do treinamento de força”, observa. 



Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados
durante quatro semanas. “Verificou-se que eles mantinham o mesmo 
efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização
dos exercícios”, afima o professor da EACH. 
“Este resultado é imporante, porque serve como estímulo ao hipertenso
a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas
necessidades de vida”. 


A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da
força física e da flexibilidade . “Há uma tendência de que a pressão 
aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais
dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas 
simples”, afirma Bacurau.
 “Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os
hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas
mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares”. 


O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer
treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais 
de atividade física. “O ideal é fazer mais de um tipo  de exercício,
realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado
no controle da pressão arterial, além de outros benefícios”, conclui.
 
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Malhar em Jejum





Malhar de estômago vazio não
ajuda a queimar gordura, diz estudo

Revisão sobre o assunto foi publicado no "Strength and
Conditioning Journal".
Exercitar-se em jejum pode inclusive prejudicar a saúde.
Malhar enquanto se passa fome pode ir contra a sabedoria convencional, mas muitos
atletas e "ratos de academia" fazem força com o estômago vazio, acreditando que
dessa maneira irão queimar mais gordura.

O conceito, defendido em livros populares de condicionamento físico na última década,
dita que o ato de exercitar-se com o estômago vazio força o corpo a buscar combustível
nos depósitos de gordura acumulada em vez de correr atrás dos carboidratos mais
facilmente disponíveis depois de um almoço ou lanche pré-malhação.

Mas, embora isso pareça fazer sentido, pesquisas mostram que exercitar-se desse
jeito não oferece nenhum benefício, podendo inclusive trabalhar contra a saúde.

Após anos de revisão de pesquisas sobre o assunto, um relatório publicado nesse ano
no "Strength and Conditioning Journal" concluiu que o corpo queima basicamente a
mesma quantidade de gordura, desconsiderando se você se alimentou ou não antes
do exercício. Porém, você pode perder musculatura fazendo esforço em um estado de
esgotamento e, sem o combustível necessário para apoiar esse esforço, a intensidade
do exercício e a queima global de calorias podem sofrer redução.

Uma das pesquisas revisadas para o relatório examinou ciclistas quando treinavam
depois de comer e quando treinavam em jejum. Quando treinavam sem nada em
seus estômagos, aproximadamente 10% das calorias queimadas vinham de proteínas,
incluindo perda muscular.

Em uma outra pesquisa publicada em 2002, cientistas descobriram um benefício
adicional de uma refeição pré-malhação: mulheres saudáveis que consumiam 45
gramas de carboidratos antes de seu exercício acabavam comendo menos durante
o restante do dia.
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer