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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Dietas e Cuidados!



Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto 
vira moda nos EUA.


Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de 

problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção 
do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.
A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper 

a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, 
vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.
Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – 

a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por 
dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os 
níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.
De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para 

o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e 
potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que 
facilita a redução da hipertensão.
Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e 

de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é 

uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de 
orientação para quem tem pressão alta.
“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca 

deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova 
classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, 
afirma Mônica.
Restrição calórica
Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode 

consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o 
objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.
“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. 

A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser 
potencializado com um peso saudável e a prática regular de 
exercícios físicos.
Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um 

emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a 
menos no fim do mês.
“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por 

dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é 
sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.
Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos 

pacientes, mas adaptações de várias propostas que se 
adapte a cada caso.
 

Fonte:g1.globo.com/bemestar

GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Treinamento Resistido



Musculação reduz pressão arterial em
hipertensos, mostra estudo.

O treinamento de força é capaz de reduzir a pressão arterial
a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos
contra hipertensão.
Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela pesquisa com a participação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. O estudo comprova que o treino de força é seguro para os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física. O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento.


A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica
de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),
orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau,
  professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH. 
“Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do
exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão”, diz Bacurau,
“mas o benefício da musculação era pouco conhecido”. 


Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam
medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas
antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos
foram gradativamente retirados. 
“Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma
outra doença crônica, como diabetes”, aponta o professor da EACH.
Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete
grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas
ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos. 


“Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os
participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries
em cada aparelho com carga moderada, e  não em circuito, mudando
de aparelho a cada série, com carga baixa”, ressalta Bacurau.
 Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de
153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue
pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros
(sistólica) e 84 milímetos (diastólica). “A redução está no
mesmo patamar que é obtido com a medicação”, destaca o professor. 


Redução



De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em
torno de 5 milímetros,que já seria considerado um resultado satisfatório.
“No entanto, esse indice foi de  aproximadamente 13 milímetros, o que
comprova o efeito positivo do treinamento de força”, observa. 



Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados
durante quatro semanas. “Verificou-se que eles mantinham o mesmo 
efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização
dos exercícios”, afima o professor da EACH. 
“Este resultado é imporante, porque serve como estímulo ao hipertenso
a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas
necessidades de vida”. 


A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da
força física e da flexibilidade . “Há uma tendência de que a pressão 
aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais
dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas 
simples”, afirma Bacurau.
 “Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os
hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas
mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares”. 


O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer
treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais 
de atividade física. “O ideal é fazer mais de um tipo  de exercício,
realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado
no controle da pressão arterial, além de outros benefícios”, conclui.
 
Fonte: Portal da Educação Física.
GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Condicionamento Muscular e Cardiaco!


Os pacientes com insuficiência cardíaca crônica não devem ter somente tratamento para o coração, mas também para a musculatura periférica, dizem pesquisadores em um grande e novo estudo.

A insuficiência cardíaca causa perda de fôlego e fadiga que limita muito as atividades diárias usuais como caminhar. Os pesquisadores da Universidade de Leeds mostraram que a disfunção dos músculos das pernas se relaciona à gravidade dos sintomas da insuficiência cardíaca. Este achado reforça que a atividade diária nos pacientes com insuficiência cardíaca crônica também é bastante limitada pelo enfraquecimento muscular.

Em séries de experimentos com os pacientes, a equipe mediu as respostas do coração, pulmão e músculos das pernas seguidos de um exercício de aquecimento moderado. Utilizando um laser infravermelho para medir a oxigenação dos músculos da perna, eles verificaram que o exercício de aquecimento aumentou a atividade das enzimas do músculo que controlam a produção de energia. Entretanto, esta adaptação foi menor nos pacientes mais graves, mostrando que a condição da insuficiência cardíaca teve um impacto negativo na função normal dos músculos da perna.

Dr. Harry Rossiter disse: “Muitos pacientes com insuficiência cardíaca crônica reclamam da fadiga das pernas durante os exercícios e isto pode evitar que eles sejam ativos. Nosso estudo mostra que ao aquecer de forma adequada, eles podem aumentar a oxigenação e o desempenho dos músculos, o que é benéfico em promover a tolerância ao exercício.”


“Quando seus músculos não utilizam bem o oxigênio, causa uma sensação de queimação desconfortável durante a atividade”, disse Dr. Klaus Witte, Cardiologista Geral da Enfermaria de Leeds, que participou do estudo. “O efeito do aquecimento é direcionar oxigênio para os lugares que irão precisar, e fazer os músculos ficarem prontos para uso quando iniciarmos o exercício”.

Dr. Rossiter diz que o próximo estágio desta pesquisa será analisar se o treinamento destes músculos pode aumentar o resultado total em longo prazo para pacientes com falha cardíaca crônica, e descobrir mais sobre as mudanças patológicas nos músculos da perna que pode ser um fator contribuinte na limitação do exercício.

A principal mensagem é que o exercício é seguro e benéfico para pacientes com insuficiência cardíaca crônica. Ao aquecer os músculos de forma correta, o exercício pode ser mais confortável e sustentado por maior tempo, o que acabar por propiciar também os demais benefícios cardiovasculares do treinamento.

Fonte: EvidenciaSaude.com

GRANDE ABRAÇO,
LEANDRO PINHEIRO
Personal Trainer